Desculpem a desatualização do blog, mas como informamos estavamos viajando e era difícil mantê-lo atualizado. Retornamos a Lisboa na segunda-feira à noite e desde então os dias foram curtos: resolvendo questões na faculdade, comprando as últimas coisas e principalmente arrumando ou tentando arrumar as malas.
Quando viemos para Portugal a arrumação das malas já não foi tarefa muito fácil, mas agora com as lembranças e tudo mais, está muito mais difícil... mas vai dar tudo certo!
Sobre as viagens, um resumão em forma de "Top10", depois com mais calma escrevemos um livro sobre cada lugar ;p
Top hostel: Archi Rossi Florença
Top hotel: Ibis Amsterdã
Top museu: Heineken Experience
Top parque: Parque do Retiro (ainda em Madrid)
Top monumento: Fontana di Trevi
Top prato: spaghetti à carbonara na praça do Duomo em Milão
Top café da manhã: Ibis Amsterdã
Top bebida: Moët Chandon (ano novo... presente direto do Brasil)
Top café: Caramel Macchiato (Starbucks)
Agora, continuaremos arrumando as malas... ai ai haja "tralha"!
Um poema de Gonçalves Dias que retrata um poquinho da saudade do Brasil e principalmente de Floripa...
"Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o Sabiá;
As aves, que aqui gorjeiam,
Não gorjeiam como lá.
Nosso céu tem mais estrelas,
Nossas várzeas têm mais flores,
Nossos bosques têm mais vida,
Nossa vida mais amores.
Em cismar, sozinho, à noite,
Mais prazer encontro eu lá;
Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o Sabiá.
Minha terra tem primores,
Que tais não encontro eu cá;
Em cismar — sozinho, à noite —
Mais prazer encontro eu lá;
Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o Sabiá.
Não permita Deus que eu morra,
Sem que eu volte para lá;
Sem que desfrute os primores
Que não encontro por cá;
Sem qu’inda aviste as palmeiras,
Onde canta o Sabiá."
(Gonçalves Dias, 1843, Canção do Exílio)
F
L
O
R
I
P
A
























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